A constatação de que dentre os mais recentes post neste blog, encontra-se um desabafo rápido e objetivo diante do fracasso na primeira fase do concurso da Defensoria Pública do Estado de Goiás deixa-me desconfortável, especialmente diante da similaridade da situação. Não passei na prova para Procurador do Estado, aqui de Mato Grosso.
Será que não saí do lugar?
Nada como uma pergunta de resposta fácil pra preencher espaços.
Acrescentando-se ainda que estive em São Paulo em outubro,quando amarguei outro fracasso, lá, na prova da primeira fase do Ministério Público Estadual.
2011 bacana.
Ano concurseiro nem tão bacana assim.
Três carreiras distintas… advocacia para necessitados… para a sociedade.. para o Estado. Respectivamente a ideia de ser Defensor Público, Promotor de Justiça ou Procurador do Estado.
Minhas pretensões profissionais há algum tempo encontram-se desvestidas de maior idealismo.. vocação…
O conforto a oferecer para a Alice é minha meta principal. Acima de todas.
Poderia portanto manter-me como analista jurídico do Ministério Público de Mato Grosso e continuar lecionando.
Mas é pouco. Muito pouco.
Neste fracasso percebo que meu maior pesar não é pelo resultado em sí… é ter perdido a esperança boba de que um ambiente profissional ruim poderia ficar pra trás por meio de uma nova perspectiva gerada pelo concurso… e isso não tem nada a ver, já que… a Defensoria Pública do Estado de Mato Grosso até agora significa apenas isso: uma perspectiva… e nada muda aqui onde estou.